Autor e foto: Marcelo Coan
Apesar de o líder do governo na Câmara, Valmir Luiz Maboni (PT), afirmar que a minoria de cadeiras na Casa de Leis não impede o andamento das ações e projetos do governo municipal, o resultado de algumas discussões e votados nos últimos meses mostra que a oposição está unida. Em dois projetos em que o foco era a 5ª Exposição e Feira Comercial, Industrial e Agropecuária de São Lourenço do Oeste (Efaislo), foi a oposição quem venceu a queda de braço.
Apesar de concordar que o número de representantes da situação é pequeno dentro do Legislativo, Maboni garante que os três vereadores de situação trabalham em de defesa dos projetos apresentados pelo Executivo. Mesmo que existam assuntos polêmicos, ele diz que o objetivo sempre é beneficiar a sociedade. “Alguns assuntos foram temas de campanha. Uns não passaram, mas isso não tem atrapalhado muito a administração”, disse ele citando como exemplo a Efaislo. “É claro, há uma dificuldade a mais quando o prefeito não tem a maioria na Câmara”.
No entendimento do líder do governo, o comportamento dos vereadores de oposição depende da qualificação dos projetos. Para ele, as dificuldades existem quando os projetos são polêmicos e que exigem mais recursos. “Eu acredito que em alguns casos envolva a questão política”, disse ele citando o projeto para a compra de um terreno próximo a Escola Básica Municipal (EBM) Santa Maria Goretti e o projeto que autorizava o Executivo a receber doações para a realização da Efaislo. “Eu já fui vereador de oposição, mas eu sempre votei pelo município. Pensando no bem estar do município”.
Conforme Maboni, o governo teve problemas em assuntos como os que tratavam da Efaislo, compra do terreno e a sessão secreta solicitada pelas bancadas do PSDB e PMDB, ambas com três vereadores cada. “Nada de mais que vá travar o município. O prefeito está encaminhando os seus projetos e buscando os seus cumprir com os objetivos estabelecidos no plano de governo”, garante ele.
Fora isso, a situação tem tido constantemente que se defender das duras críticas feitas pelos tucanos e peemedebistas.



