Informações e foto: Diário Catarinense
Segundo a vice-governadora, Daniela Reinehr, Bolsonaro teria ficado "sensibilizado" com o que viu e indicou apoio para a reconstrução das áreas afetadas, mas não indicou quanto. Caberá ao governo de Santa Catarina e às cidades fazer os levantamentos, projetos e encaminhar as demandas de recursos ao Palácio do Planalto. Os senadores Dário Berger, Espiridão Amim e Jorginho Mello também acompanharam Bolsonaro durante a passagem por SC.
Cerca de 25 minutos depois de desembarcar, o helicóptero da Força Aérea Brasileira com o presidente decolou e começou a rota pelas regiões atingidas pelo ciclone. Estiveram na comitiva do presidente o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e o secretário Nacional de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Junior.
A comitiva com Bolsonaro sobrevoou as cidades de Governador Celso Ramos e Tijucas. Ele conversou com autoridades por menos de 30 minutos no retorno da vistoria e logo em seguida embarcou de volta para Brasília, onde participaria de uma cerimônia em homenagem ao aniversário da independência dos Estados Unidos.
Sem anúncio de liberação de recursos
A expectativa era de que Bolsonaro anunciasse a liberação de recursos para ajudar na reconstrução das cidades mais afetadas. O presidente, porém, deixou SC sem conversar com os jornalistas e sem indicar quanto será repassado ao Estado.
O governador Carlos Moisés, em vídeo, disse que Bolsonaro sinalizou por repasses, mas não os especificou. Também em Florianópolis, o secretário nacional de Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, indicou que haverá suporte do governo federal.
Essa foi a terceira vez de Bolsonaro em Santa Catarina como presidente. No ano passado ele esteve em Camboriú, para a abertura do Congresso dos Gideões em maio, e em Florianópolis para um evento na Academia Nacional da Polícia Rodoviária Federal, em outubro.






