Informações: ND+
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A parceria entre a Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e o Instituto Butantan para a distribuição da Coronavac nos municípios de Santa Catarina foi suspensa nesta semana. O cancelamento de venda da vacina às prefeituras deve ser anunciado na segunda-feira (18).
O Ministério da Saúde requisitou a compra das seis milhões de doses disponíveis da vacina e, por meio do Plano Nacional de Imunizações, deverá assumir a distribuição do imunizante.
O acordo firmado com o Instituto destinava, inicialmente, o fornecimento de 500 mil doses da Coronavac às cidades interessadas em Santa Catarina. A ação pioneira da Fecam fez com que outras 184 prefeituras no país procurassem o Butantan para fechar acordos de compra de vacinas. O presidente da Fecam, Paulo Roberto Weiss, afirma que a entidade buscou um “plano B” para o Estado.
“Acredito que atingimos nosso objetivo, que era provocar o debate na sociedade catarinense, no governo do Estado e nas outras entidades da Federação, para cobrar do governo federal que acontecesse o Plano Nacional de Imunização. Até dezembro não se falava nada disso”, aponta.
O impasse em torno da vacinação girou em torno da disputa política entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria. Porém, diante da dificuldade de conseguir imunizantes, o governo federal decidiu seguir com a Coronavac.






