Campanha Cidade Segura terá nova ação em breve

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São Lourenço do Oeste | 17/03/2017 | 07:45

Autor e fotos: Angela Maria Curioletti

Os veículos de imprensa de São Lourenço do Oeste reuniram novamente representantes de entidades, Polícias Militar e Civil, Ministério Público e dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário para traçarem uma nova ação dentro da campanha Cidade Segura. A reunião foi na noite desta quinta-feira (16), na Câmara Municipal.

Iniciada no segundo semestre de 2016, a campanha tem por objetivo encontrar maneiras que resultem em ações efetivas em prol da segurança pública da região Noroeste de Santa Catarina. Em novembro do ano passado, uma caminhada reuniu cerca de 1,2 mil pessoas em São Lourenço do Oeste, onde muitos comerciantes fecharam suas portas em apoio a campanha e em protesto pela falta de segurança.

O promotor Marcos Schlickmann Alberton, da 1ª promotoria de São Lourenço do Oeste, foi um dos que parabenizou a iniciativa da imprensa e se colocou a disposição para contribuir com as próximas ações.

Comandante da 5ª Cia. de Polícia Militar, tenente Vilmar Rosa explanou sobre o trabalho dos policiais militares e de alguns projetos que gostaria de implantar em São Lourenço do Oeste, como a patrulha rural. Para isso, faltam recursos, como uma viatura 4x4.

O delegado regional, Carlos Augusto de Andrade Morbini, falou do trabalho exemplar da Polícia Civil e que, pela primeira vez, "temos mais policiais do que salas". Para ele, a vinda do presídio vai sim contribuir co a segurança da região

Presídio

Nesta semana, uma comitiva formada pelo prefeito, Rafael Caleffi, o secretário regional da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR), Walmor Pederssetti, e o presidente da Câmara Municipal, Agustinho Menegatti, recebeu a notícia que o presídio será construído em menos de dois anos caso saia o novo pacto, em abril.

Ação

Com a reunião de quinta-feira, definiu-se que será realizado um painel para debater sobre segurança pública e esclarecer à comunidade sobre o trabalho exercido pelas polícias, pelo Ministério Público e pelo Judiciário.