Em SC, presépio vivo de hospital tem bebês vestidos de Jesus e Reis Magos

Geral
Blumenau (SC) | 23/12/2022 | 08:01

Informações: G1SC
Foto: Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria

Bebês pacientes de um hospital de Joinville (SC) foram vestidos de Jesus, Maria e Reis Magos em um presépio vivo. O objetivo foi proporcionar aos pais um momento de interação com equipe e pacientes, segundo o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria.

Além disso, os pais puderam reforçar vínculos e criar memórias positivas com as crianças. Os bebês que participaram do presépio vivo estão nos setores de internação e Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal. As roupas para as crianças foram feitas por uma voluntária.

"Projetos como esse iluminam nosso espírito e fortalecem nossa escolha profissional de cuidar dos nossos pequenos pacientes. Alegram nosso dia em proporcionar aos pais um momento especial em meio a luta de ter um filho hospitalizado. Estamos no Natal, onde a alegria e encanto se retratam em momentos como este", declarou a gerente de enfermagem do hospital, Vanessa Goulart Serafim.

Ensaios natalino em Blumenau

Outro hospital que fez ensaio natalino com pacientes bebês foi o Santo Antônio, de Blumenau, no Vale do Itajaí. Desta vez, os nenéns foram vestidos de Papai Noel, duendes e outros temas da época do ano.

Participaram do ensaio bebês da UTI neonatal e Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN). Dois deles são irmãos, Miguel e Moisés. Eles são dois dos trigêmeos que nasceram no hospital no mês passado. A unidade afirmou que Miguel e Moisés tiveram alta na quinta-feira (22) e o irmão deles, Matheus, segue no hospital.

Voluntários ajudaram tanto na confecção das roupas quanto na hora das fotografias. O hospital afirmou que a intenção do ensaio é marcar o primeiro Natal dos recém-nascidos e criar recordações para os familiares.

Para Letícia Cabreira, supervisora da UTI Neonatal e UCIN, “esses momentos são especiais para os familiares e também para a nossa equipe. É uma descontração e gera ânimo em momentos como o das festas de fim de ano, quando os pacientes não podem ir para casa”.