Facisc e associações lançam campanha para duplicação da BR-280

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Joinville | 22/08/2016 | 13:46

Informações e foto: Facisc
Foto: Reprodução/Internet

Tema recorrente na pauta de reivindicações da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), a infraestrutura é um dos gargalos que atrapalha o desenvolvimento catarinense. E entre as demandas que são acompanhadas de perto e tem a cobrança frequente de um posicionamento dos órgãos competentes está a rodovia BR-280, no Norte do Estado.

Com o objetivo de acelerar o processo de duplicação e a revitalização e demais melhorias da rodovia, a Facisc e as Associações Empresariais da região Norte iniciaram no mês de agosto uma campanha mobilizadora para sensibilização dos representantes públicos e conscientização da população sobre a realidade da obra.

Há oito anos a então ministra da Casa Civil se comprometeu em agilizar as obras de duplicação da BR-280, mas até o momento o que se tem são obras paradas e os impactos econômicos e sociais são preocupantes. “Precisamos urgente acelerar a duplicação. Pois, desde 2008 até 2015, quando houve o comprometimento, já foram 5.984 acidentes com 152 mortes. Além disso, a sociedade e as empresas tiveram o seu crescimento estagnado por conta da falta de infraestrutura”, destaca o vice-presidente da Facisc para a regional Norte, Eluiza Maiochi.

Com um valor total estimado em R$ 974,7 milhões, os contratos vigentes englobam as obras de duplicação da BR-280/SC, ao longo de 73,9 quilômetros, incluindo restaurações e melhoramentos para adequação da capacidade e segurança da rodovia. O projeto foi dividido em dois lotes e o segundo foi subdividido em dois lotes de obras.

A campanha conta com outdoors, banners, adesivos, anúncios e peças em sites e redes sociais das associações da regional e da federação. “Somos 146 associações e com isso temos uma grande capilaridade e capacidade de articulação. O nosso objetivo é que Santa Catarina receba os investimentos federais que precisa para que nossos empresários possam trabalhar com infraestrutura e segurança”, observa o presidente da Facisc, Ernesto João Reck.