Autor: Angela Maria Curioletti
Foto: Revista UFO
Já faz alguns anos que Ipuaçu se tornou referência no Estado e no país pelas aparições de sinais em plantações, sempre na mesma época - fim de outubro e começo de novembro - e acaba atraindo pessoas de vários locais para ver de perto tal feito. Muitos acreditam que os sinais não são feitos por humanos, mas há quem conteste.
As últimas figuras apareceram no domingo (26), mas foram destruídas no mesmo dia. Segundo a Revista UFO, o agricultor ficou com medo que as pessoas pudessem danificar o restante da plantação, que ainda não tinha sido colhida.
Um dia depois, em uma rede social, a Ufologia Paranaense - grupo destinado a estudar relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos Ovnis - tratou de publicar que "qualquer leigo em círculos pode concluir que os amassamentos em trigais de Ipuaçu são formações toscas, primárias e sequer podem ser comparadas às complexas marcas inglesas".
No site http://www.viafanzine.jor.br há um artigo sobre o caso. Nele, o prefeito reeleito Denilso Casal (PSD) tem seu nome citado junto com "determinados ufólogos envolvidos em outros escândalos ufológicos e micos bastante conhecidos nesse meio."
No mesmo artigo eles citam o editor da Revista UFO, A.J. Gevaerd, "que embala esta fantasia". Outros nomes são citados tendo envolvimento no caso das figuras nas plantações, onde o site faz referência à campanha eleitoral do prefeito.
O artigo completo pode ser lido aqui - http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/pag_ufo/ipuacu2012.htm
Prefeito se defende
“Eu desafio qualquer engenharia humana da face da terra a fazer as mesmas figuras com perfeição”, diz o prefeito Casal, defendendo que o fenômeno da cidade é sim verdadeiro. Ele conta ainda que no começo também era descrente do fato, mas que depois de sete anos consecutivos em que os círculos aparecem, também acredita que isso não é feito pelo homem.
Ele confirma que a cidade recebe mais turistas por conta das figuras, além de especialistas que estudam o local, mas nega que tenha participação com o que acontece.






