Flic + Natal: Instituto Cultural revela algumas novidades para 2015

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São Lourenço do Oeste | 29/05/2015 | 09:49

Autor: Angela Maria Curioletti
Foto: Arquivo/Prefeitura de São Lourenço do Oeste

O 43º Festival Lourenciano da Interpretação da Canção (Flic) já começou a ser discutido pela Comissão Central Organizadora (CCO). O evento está agendado para os dias 16, 17 e 18 de julho no Centro de Eventos de São Lourenço do Oeste. O canto livre continua e por isso os calouros se inscrevem sem optar por categoria. A comissão julgadora os avaliará somente no quesito interpretação, independente do estilo musical que for escolhido.

Presidente do Instituto Cultural e da CCO, Altamir Lemes da Rosa, o Inho, conta que uma das novidades é a entrada gratuita durante os três dias de evento, oportunizando que todos possam prestigiar e assistir o Flic. A banda ainda não foi escolhida, mas o processo de licitação será aberto em breve.

O regulamento deste ano segue inalterado, mas para as próximas edições, Inho conta que poderá haver mudanças. Uma delas é na participação dos vencedores. Hoje, há a categorias nacional e municipal, onde o Instituto Cultural planeja fazer com que os vencedores da categoria municipal cantem na nacional no ano seguinte. “Isso é para motivar outras pessoas cantarem e também porque os vencedores da municipal acabam atingindo maturidade”, frisa.

A premiação deste ano segue a mesma da última edição, R$ 26 mil. Serão duas eliminatórias, realizadas no Teatro Professor Arno Ignácio Etges, e a final, na Arena Albano Luiz Menegatti. As inscrições serão limitadas. Em 2014 foram 60 participantes.

E o Natal?

O Instituto Cultural também começou a preparação para o Natal 2015. Esta semana, Inho coordenou uma reunião com os representantes da Associação Empresarial de São Lourenço do Oeste (Acislo), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e entidades representativas do comércio lourenciano para discutir a programação.

Por enquanto, as atividades que continuam são: desfile de lanternas; cantatas; espetáculos e recitais natalinos, além do Papai Noel. “Começamos um esboço da programação, que será dividida entre comercial e espiritual”, diz o presidente do Instituto Cultural.

Questionado sobre a participação das escolas e demais entidades na decoração natalina, a exemplos de outras administrações, Inho diz que tudo o que vier a somar é válido e poderá ser discutido.