Informações: G1SC
Foto: Polícia Civil
Indígenas que moram na aldeia onde houve um conflito que deixou uma pessoa morta, feridos e casas incendiadas no domingo (16) em Chapecó (SC) passaram a noite acolhidos no Ginásio Municipal Ivo Silveira. Nesta segunda-feira (17), mais de 100 pessoas estão do local. A prefeitura de Chapecó informou que não há previsão de quando os desabrigados deixarão o espaço. Durante a briga generalizada, 11 pessoas ficaram feridas.
Os indígenas foram levados para o ginásio após as autoridades terem sido chamadas na Aldeia Condá, no interior do município, no início da manhã de domingo (16). Segundo a Polícia Militar, a briga começou por conta do resultado das eleições para cacique, ocorridas em 2022. A Polícia Federal também foi chamada e abriu um inquérito para confirmar as causas do crime e identificar os autores.
Ocorrência
A Polícia Militar foi chamada por volta das 8h de domingo. No local, ocorria uma festa e indígenas de um grupo opositor ao atual cacique teriam ido até o espaço e uma briga generalizada teria começado. O Serviço Aeropolicial (Saer) da Polícia Civil foi chamado e sobrevoou a região. Durante a briga, cerca de 17 casas e cinco veículos foram incendiados.
Além das Polícias Militar, Civil e Federal, o Corpo de Bombeiros foi chamado. Segundo os socorristas, durante a briga generalizada foram várias formas de agressão, entre socos, pontapés, pedradas e arma de fogo. Conforme os bombeiros, todos os 11 feridos atendidos se recusaram a ir ao hospital e permanecerem no local.





