Informações: G1SC
Foto: Reuters
A Apple começa a vender no Brasil o iPhone X nesta sexta-feira (8). Com tecnologia de reconhecimento facial, mas sem botão “home”, o novo smartphone é o que mais evoluiu em relação ao seu antecessor desde que a Apple virou fabricante de celulares. Não à toa, o aparelho foi lançado no ano em que o iPhone completa dez anos.
Só que o preço também deu um salto. Vendido por R$ 7 mil, o modelo de entrada, de 64 GB, custa 72% mais do que o iPhone 7 plus mais simples, quando foi lançado –os valores foram corrigidos pela inflação.
Lançado juntamente com os iPhones 8 e 8 plus, o iPhone X é encarado pela Apple como uma visão do futuro dos smartphones. E no futuro, pelo menos para a empresa, os celulares reconhecem a cara do dono.
Preço
Quando circularam rumores de que o iPhone X custaria mais de US$ 1 mil nos Estados Unidos, as ações da Apple desabaram. Após o lançamento do aparelho, as ações voltaram a cair novamente, mas devido à indisponibilidade do modelo em muitas lojas.
O Brasil tradicionalmente é o reduto do iPhone mais caro do mundo. Só que, desta vez, o salto do preço foi o maior já registrado entre duas gerações de iPhone.
Vendida por R$ 7 mil, a versão de 64 GB de espaço internet do iPhone X é 72% cara que o iPhone 7 plus. Já o modelo de 256 GB, que custa R$ 7,8 mil, é 91% mais caro.
“O iPhone X está agora disponível no Brasil. Como ele é o mais caro iPhone já produzido, e os iPhones geralmente são os smartphones mais custosos para serem produzidos, eu acredito que é seguro dizer que o iPhone X é o aparelho mais caro vendido no Brasil”, afirmou Dave Glenn, analista da Gartner.





