Informações: G1SC
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Uma menina de 12 anos morreu de gripe A H3N2 em Santa Catarina. A garota morava em Brusque e não tinha comorbidades, informou a Diretoria de Vigilância Epidemiológica do estado (Dive) nesta quinta-feira (30). Outra morte por gripe A, de uma idosa de 96 anos, também foi confirmada.
A Dive explicou que laudo da amostra do caso da menina foi feito pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen). A subtipagem é feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Dessa forma, foi confirmado que a paciente morreu de gripe A H3. A Dive considerou que o caso seja de H3N2 pelo perfil do país. Mas a proteína da superfície neuraminidase (N) será analisado pela Fiocruz. No caso da idosa, que morava em Joinville, não foi identificado o subtipo.
Até dezembro, Santa Catarina teve 55 casos de Influenza, sendo um de gripe A H1N1, dois de gripe B, 47 de gripe A H3 e cinco de gripe A com subtipo não identificado ou inconclusivo.
Importância da prevenção
O diretor da Dive, João Fuck, afirmou que a prevenção é uma das formas de a população ficar protegida. “A ventilação natural dos ambientes é uma das principais medidas de prevenção da gripe e de diversas outras doenças de transmissão respiratória, como Covid-19, resfriado, meningite, entre outras”. Ele também citou a etiqueta da tosse, em que a pessoa deve cobrir a boca e o nariz com um lenço ou o antebraço quando for tossir ou espirrar.
Em relação ao tratamento, a Dive afirmou que não é preciso aguardar a confirmação do diagnóstico. O órgão destacou a importância da prescrição do fosfato de oseltamivir para todos os casos de síndrome gripal que tenham condições e fatores de risco para complicações, independentemente da situação vacinal, mesmo em atendimento ambulatorial. O medicamento está disponível em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS).
Sobre a vacinação, a Dive informou que a cobertura vacinal alcançada foi de 67,5% do público-alvo na última campanha, que ocorreu de 14 de abril a 9 de julho. A meta era 90%.





