Autor: Angela Maria Curioletti
Foto: Reprodução/Internet
Moradores de Jupiá estão preocupados com a situação da água distribuída pela Casan na cidade. Alguns relataram a cor e o odor forte da água que chega pelas torneiras. Quando vem, segundo eles.
Keila Melo da Silva mora no centro, perto da praça municipal, e relata que nos últimos tempos há constante falta de água na cidade, principalmente nos pontos altos, como é seu caso. Sobre a qualidade, ela salienta que água boa só com filtro.
O gerente da Casan de São Lourenço do Oeste, Elias Buffon, explica que a água distribuída em Jupiá vem de três poços. O último deles entrou em operação em agosto de 2016, com vazão de cinco metros cúbicos por hora. Conforme Buffon, o que solucionaria o problema de abastecimento. Mas, em fevereiro de 2017, a vazão diminuiu para dois metros cúbicos por hora.
Buffon adianta que um quarto poço deverá ser perfurado em breve. A Casan conversou com os responsáveis da prefeitura de Jupiá, que deverão indicar um local para a perfuração do poço. Ainda sobre a distribuição, o gerente da Casan diz que atualmente um caminhão pipa está 24 horas no município para auxiliar no abastecimento. A água vem de Galvão e, de acordo com ele, com qualidade e tratada.
Sobre a cor da água em Jupiá, ele diz que é pela dosagem do cloro ser maior, mas que está dentro dos padrões permitidos pelo Ministério da Saúde. Sobre a cor, ele diz que é resultado da pressão da água, que vem dos poços.





