Informações e foto: Assessoria
A Orquestra Violônica Patobranquense lança seu primeiro registro audiovisual profissional, o DVD "Registro". Será no dia 21 de outubro e o trabalho celebra a identidade musical do grupo. O DVD foi gravado ao vivo no Teatro Sesi, de Pato Branco, e estará disponível no canal da orquestra no YouTube, com as faixas de áudio também nas principais plataformas de streaming.
Fundada em 2018, a orquestra sentia há muito tempo a necessidade de documentar seu trabalho de forma profissional. A oportunidade surgiu por meio de um edital da Lei Paulo Gustavo. O nome "Registro" reflete exatamente esse desejo de eternizar a sonoridade e o amadurecimento do grupo após anos de ensaios e apresentações, que até então contava apenas captações de áudio e vídeo informais.
O repertório do DVD é composto por 16 canções, que são releituras de clássicos do Cone Sul. O diferencial, segundo o grupo, está na abordagem. O álbum busca apresentar essas músicas universais com um "sotaque regional", valorizando a sonoridade característica do violão e da viola caipira que formam a base da orquestra.
A produção do DVD foi um esforço coletivo que envolveu não apenas os integrantes, mas uma grande equipe de profissionais da cultura. A gravação contou com o apoio fundamental do Sesi Pato Branco, que cedeu o teatro. A captação ficou a cargo de Patrick Souza (Estúdio Lumio) e edição e finalização de imagens é do MosaicoLab. Jhoni Almeida foi responsável pela iluminação e cenário e a captação, mixagem e masterização de áudio foi realizada por Ediney Bugança.
Para o regente da orquestra, Paulo Octávio de Mello, o projeto é o resultado de um trabalho feito com muita dedicação. “Este DVD, que chamamos de 'Registro', é a concretização de um desejo antigo da orquestra de ter seu trabalho documentado com a qualidade que ele merece. É uma obra feita a muitas mãos e muitos corações, tanto dos músicos quanto da equipe incrível que abraçou o projeto. Queríamos registrar a nossa identidade, tocando músicas de todo o Brasil, mas sempre com o nosso sotaque, a nossa maneira de sentir o violão e a viola”, afirma.





