Autor: Angela Maria Curioletti
Foto: Prefeitura de Treze Tílias
Longe da neve e de seu tradicional trenó, o Papai Noel do Brasil chega sempre de helicóptero, tendo esta característica como uma das muitas que o tornou conhecido pelo país inteiro. O personagem criado por Elio Lazaroto é marca registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), mas tudo começou há mais de 20 anos, quando ele aceitou um convite para representar o personagem. Nunca mais parou.
Com CEP próprio por mais de uma década em São Lourenço do Oeste, tudo mudou nesta semana. Na noite de terça-feira (19), o Papai Noel do Brasil passou a ser de Treze Tílias (SC). Com novo CEP, os Correios também lançaram um selo especial. Lazaroto continuará morando na cidade do Noroeste catarinense, mas seu trabalho terá outro endereço.
O criador conta que a decisão envolveu vários fatores, mas resume dizendo estar feliz com o novo projeto e o início de um novo trabalho em sua vida. Para os que estão preocupados com a exclusividade, Lazaroto tranquiliza garantindo que seu trabalho continuará em outras cidades. Inclusive, ele está confirmado para o Natal de Pato Branco 2014.
Novo endereço
“A conversa sempre houve com o personagem, a figura do Papai Noel do Brasil”, assim conta a secretária de Turismo, Indústria e Comércio de Treze Tílias, Dirlei Barbieri Rofner, explicando como foi a chegada dele até a cidade.
Sobre o projeto iniciado por Elio Lazaroto, Dirlei diz que a intenção da administração municipal é ampliá-lo, utilizar a patente do Papai Noel do Brasil para novas ações. “Este é só um início. Queremos ter produtos com a marca, como brinquedos. Vamos difundir a marca e aproveitar o marketing, favorecendo o Papai Noel e a cidade”, ressalta. A ideia te ter o personagem em Treze Tílias foi para ter uma possibilidade a mais de turismo.
Cartas
Com o novo CEP, não vai demorar muito para as correspondências começarem a chegar. Dirlei diz que o sistema de resposta será através de parcerias com empresas. “Isso não está consolidado, mas deverá acontecer nos próximos dias. Vamos ver quantas empresas se interessam em patrocinar estas cartas, que serão respondidas uma a uma”, garante a secretária.





