Informações: Redação Minutta e Prefeitura de Vitorino
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O prefeito de Vitorino (PR), Marciano Vottri, determinou a abertura de uma sindicância para apurar os fatos que levaram servidores e ex-servidores à investigação por parte do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), grupo especializado do Ministério Público. O processo tramita em sigilo e, sendo assim, o prefeito instalou uma comissão para que, em até 30 dias, apresente um relatório conclusivo sobre os fatos.
Vottri afirmou que a prefeitura colabora com as investigações do Gaeco. “Queremos prestar um esclarecimento à sociedade, e dizer que não temos ligação com atos ilícitos. Quando se constata algo dessa natureza, precisamos manter uma postura, e foi isso que fizemos ao iniciar esse processo de apuração preliminar interno”, explica.
Conforme informações da prefeitura, o Executivo municipal trocou o secretário se saúde em fevereiro de 2022. Ainda, que os investimentos na pasta ultrapassam 20% do orçamento, ou seja, 5% acima do percentual obrigatório.
Sobre o caso
O Gaeco deflagrou, na manhã do dia 30 de maio, a Operação Assepsia, com o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária. As ordens judiciais, expedidas pelo Juízo Criminal de Pato Branco, foram cumpridas nas cidades de Vitorino (PR) e Pato Branco.
Na oportunidade foram presos um ex-secretário municipal, uma médica e um empresário (suspeito de ser um “laranja”). A investigação apura a prática dos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, peculato, fraude a licitação e lavagem de dinheiro, supostamente cometidos por funcionários públicos do município de Vitorino e empresários.





