Informações e foto: Sitraslo
A lei que garante licença maternidade de seis meses para as servidoras municipais, gestantes ou adotantes de São Lourenço do Oeste (SC) vai completar seis anos em 2025. Antes, a lei contemplava quatro meses de licença. A mudança foi mais uma conquista do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São Lourenço do Oeste (Sitraslo), que fez as negociações com o governo municipal.
Presidente do Sitraslo, Nereide Maria Curioletti reforça que a licença maternidade de seis meses foi uma conquista muito importante para as mães servidoras, que se sentem valorizadas. “Assim como outras inúmeras conquistas que o Sitraslo obteve como os reajustes salariais de todas as categorias, o fim do CID no atestado médico, a majoração do auxílio alimentação, o aumento no vale alimentação além do índice do IPCA, só para citar algumas”, complementa.
Nereide diz que todas as ações, mesmo que pequenas, trazem qualidade de vida ao servidor. “Vejo que, quando falamos em qualidade de vida, não é só a questão salarial. Cuidar dos servidores é melhorar o ambiente de trabalho, é dar melhores condições sociais e morais. As vezes não conseguimos fazer tudo que os servidores pedem, porém estamos sempre atentos aos pedidos e reivindicações”, finaliza.
O que dizem as servidoras
Alana Barbieri está desfrutando da licença maternidade. Servidora da prefeitura há mais de três anos, ela teve Cecília há algumas semanas. “Essa mudança de quatro para seis meses é muito significativa para as mães servidora públicas aqui do município, porque é importante o aleitamento materno exclusivo até os seis meses”. Alana também ressalta a segurança. “Podemos voltar para o trabalho mais tranquilas depois desse período sabendo que já se pode ter uma introdução alimentar, não vai depender só do leite materno”, explica. A servidora ainda diz que é bom estar sindicalizada para ter apoio na garantia dos direitos.
Cristiane De Bastiani é mais uma servidora que vai desfrutar da licença de seis meses em breve. Ela está grávida de uma menina. “A licença estendida é muito importante para vincular tanto a mãe com o bebê quanto para garantir a amamentação exclusiva”. Cristiane, que é nutricionista, fala também como profissional da saúde a importância deste vínculo maior. “Na volta ao trabalho o bebê já está na introdução alimentar. É muito positivo porque vemos que a mãe consegue se dedicar para o bebê”, reforça.





