Autor e foto: Angela Maria Curioletti
Quem passa pela SC-157, trecho entre Formosa do Sul e Quilombo, pode até pensar que a obra está parada. Mas, a Secretaria de Desenvolvimento Regional de Quilombo e o Deinfra afirmam o contrário. Na última semana, o secretário regional, Jaksom Castelli, e o presidente do Deinfra, Wanderley Teodoro Agostini, vistoriaram a execução dos trabalhos de revitalização da SC-157, no trecho II da ponte do rio Chapecó até o município de Formosa do Sul.
Para o secretário Castelli, a observação é a de que há muito a ser feito. Ele sabe dos serviços que estão atrasados e por isso todos buscam soluções para agilizar o processo. São aproximadamente 25 quilômetros de extensão de revitalização, que teve início ainda em meados de 2013. A empresa vencedora da licitação desistiu e até que a segunda da lista assumisse passaram-se quatro meses.
Em junho deste ano, o secretário de Estado da Infraestrutura, João Carlos Ecker, disse que a obra estava dentro do prazo e que o Governo do Estado pretendia concluir toda a rodovia até fim de 2015. Entretanto, o prazo poderá ser estendido.
Na conversa com o presidente do Deinfra, o secretário da SDR de Quilombo diz que “a previsão para o término da revitalização e conclusão de todos os serviços está para o final de março de 2016”.
O trecho em questão ainda não recebeu quase nada da primeira pavimentação, há locais em que os acostamentos ainda estão sendo alargados e há pouca sinalização informando os motoristas sobre as obras. Em dias de chuva e neblina, como no domingo (27), a visibilidade é pouca e o risco de acidentes acaba sendo maior do que em dias de tempo firme, devido a muitos buracos.
Outros pedidos
Castelli ainda lembrou-se do pedido de construção de uma passarela próximo ao frigorífico da Aurora, que teria um orçamento aproximado de R$ 1 milhão. Participaram da reunião o gerente do posto local da Cooperalfa, Sézer Luiz Bellei, e funcionários, onde o pedido foi para a construção de um trevo no acesso Norte do município de Quilombo, que também dá acesso ao silo e a fábrica de ração da Cooperalfa.






