Informações e foto: ND Mais
Por trás dos números estão professores, enfermeiros, empresários, médicos, caminhoneiros, agentes de saúde, músicos, pais, esposas, mães e filhos. A pandemia abreviou sonhos, planos, celebrações familiares.
A escalada de mortes começou em junho, quando foram atingidas as marcas de 200 e 300 óbitos. Apenas em Joinville, um dos epicentros da Covid-19 no Estado, foram registradas mais de 100 vidas perdidas. Florianópolis também viu o número de mortes crescer. Os números saltaram de 17, no fim de junho, para 54 nesta quarta-feira.






