Secretaria de Educação busca diálogo para garantir segurança de alunos e professores

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São Lourenço do Oeste | 10/05/2017 | 13:58

Informações e foto: Prefeitura de São Lourenço do Oeste

A Secretaria de Educação de São Lourenço do Oeste também tem como preocupação a segurança de seus alunos e corpo docente. Por isso, trabalha o assunto constantemente através de projetos, com a orientação de palestrantes da área, que conversam com os alunos e tiram dúvidas a respeito. Discussões, pesquisas e debates entre professores e alunos também são realizados.

Recentemente, representantes da segurança pública e do Poder Judiciário reuniram-se com profissionais de ensino para debater questões ligadas à segurança nas escolas. São Lourenço do Oeste tem atualmente 3.756 alunos matriculados na rede municipal de ensino.

Sobre o encontro, o secretário de Educação de São Lourenço do Oeste, Alex Tardetti, destaca que a segurança dos alunos do município sempre será a preocupação da Secretaria. “Esse assunto sempre é alinhado com a família, porém é na escola onde, geralmente, os alunos demonstram e vivenciam situações específicas”, enfatiza. Tardetti explica que os órgãos públicos de segurança demonstraram interesse em saber o que se passa nas escolas e qual o nível de insegurança. Pediram ainda para que estes relatos cheguem até eles, pois querem ajudar. “Vemos com ótimos olhos esta parceria”, fala o secretário.

Numa avaliação geral, o secretário de Educação diz que a reunião foi positiva no intuito de orientar toda a direção escolar quanto as mais variadas formas de violência nas escolas. “Nós queremos retomar o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas), manter um vínculo e relacionamento com os órgãos competentes no que tange as mais variadas formas de violência. Somente com essas parcerias podemos informar e coibir atos que ninguém deseja para família nenhuma”, diz.

Cuidados

Tardetti diz que é necessário o alinhamento da conversa com Conselho Tutelar, órgãos de segurança pública e Associações de Pais e Professores (APPs), que devem ainda estreitar relações para que cada problemática vivenciada na escola tenha amparo e resolução gradativa. “Deixar a responsabilidade somente para a direção e professores é sobrecarregá-los e deixá-los inseguros quanto sua verdadeira função, pois qualquer atitude pode ser vista pela sociedade, pela família e pelos próprios alunos como perseguição, discriminação ou quebra de confiança”, avalia o secretário.