Informações e foto: Sicoob Noroeste
Na noite de segunda-feira (12), no auditório do Sicoob Noroeste em São Lourenço do Oeste, a Sociedade de Garantia de Crédito (SGC) – GaranteOeste-SC – realizou a primeira reunião de apresentação. Ao todo serão nove encontros, um em cada região de abrangência da SGC.
De acordo com o presidente da SGC GaranteOeste, Sérgio Perondi, a ideia é conversar com os associados das associações comerciais e das cooperativas de crédito que integram o projeto para esclarecer o funcionamento da SGC. Depois disso, no início de fevereiro, um evento em Chapecó marcará o início das atividades da GaranteOeste. Durante apresentação, Perondi e a equipe técnica da SGC explicaram que a sociedade foi consolidada graças a participação do Sebrae – que aporta recurso e dá apoio técnico - Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) – onde entra as associações comerciais – e o grupo Sicoob – são nove até o momento. Conforme o presidente, o objetivo da GaranteOeste é atender aos micro e pequenos empresários.
Coordenador regional Oeste do Sebrae, Enio Albérto Parmeggiani explicou que a Sociedade de Garantia de Crédito é resultado, principalmente, da parceria entre associações comerciais, Facisc e sistema Sicoob. Além de aportar recursos, Parmeggiani disse que o papel do Sebrae é auxiliar tecnicamente a construção dessa nova ferramenta que agora chega a um momento de operação. “Todos os aportes de recursos estão sinalizados, os mecanismos de controle e pactuação também estão definidos e a equipe já foi contratada e está sendo treinada”.
Questionado sobre o objetivo, o coordenador regional Oeste do Sebrae falou que no mundo inteiro esse tipo de organização tem como meta ajudar as micro e pequenas empresas a pagar menos ou ter um custo menor na contratação dos financiamentos. “Presente há décadas em outros continentes, a Sociedade de Garantia de Crédito se torna realidade também no Brasil devido a participação efetiva do sistema Sicoob que um grande aportador de recurso”.
Facisc
Ao lembrar que muito trabalho já foi realizado, o presidente da Facisc, Ernesto João Reck, disse que o tripé formado por Sicoob, Sebrae e Facisc – neste caso entra também todas as associações comerciais e empresariais dos municípios – tem como foco a sociedade como um todo. “Só seremos uma sociedade forte se tivermos empresários fortes”, disse ele e afirmou que a SGC é mais uma ferramenta para fortalecer o empresariado local.
Acislo
Segundo o presidente da Associação Empresarial de São Lourenço do Oeste (Acislo) – uma das fundadoras da SGC –, Jandir Bortoluzzi, é comum dentro das associações a busca por soluções empresariais e comerciais para os associados. Por isso, ele conta que a SGC já vinha sendo desenhada para a realizada local e regional. “Ficamos contentes em estar contribuindo e mais ainda por ela estar se efetivando”.
Além de um trabalho de divulgação, Bortoluzzi falou que é preciso conclamar as associações da região para que se somem a este projeto. “Tudo aquilo que é novo, às vezes a gente fica com um pé atrás, mas em todo e qualquer negócio é preciso investir antes para depois ter retorno”.
Sicoob
Presidente do conselho de administração do Sicoob Noroeste – uma das instituições financeiras cooperativas que aportou recurso no projeto – Artêmio José Flach, disse que as cooperativas foram criadas localmente e, por isso, a preocupação é pelo desenvolvimento local.
Flach falou que a Sociedade de Garantia de Crédito veio na hora certa. “Eu vejo isso como uma perenidade para o cooperativismo da região”. A ideia é desenvolver os negócios localmente. “O papel verdadeiro do cooperativismo é fazer o desenvolvimento local”.






