Informações: Diário Catarinense
Foto: Leitor/Diário Catarinense
Um vendaval atingiu a Grande Florianópolis (SC) na tarde desta terça-feira (29) e causou estragos em diferentes cidades da região. Há registro de queda de árvores e de placas em Palhoça, Rancho Queimado, São José e diferentes bairros da capital. Mais cedo, um temporal também provocou danos em municípios do Sul de Santa Catarina.
Na BR-101, em São José, placas chegaram a atingir um veículo que trafegava sobre a via, nas proximidades do Continente Shopping. Na BR-282 galhos de árvores caíram sobre a pista, o que requer atenção redobrada dos motoristas.
Na estação do aeroporto de Florianópolis, o vento chegou a 84 quilômetros por hora às 15h11 desta terça-feira. Segundo a assessoria da Floripa Airport, apenas um voo precisou esperar 20 minutos para decolar em função dos ventos. No Fórum da capital, no Centro, a ventania quebrou janelas no térreo, no primeiro e no 11º andar. Por volta das 16h, funcionários da manutenção e de engenharia visitavam os locais atingidos.
Prejuízos também na UFSC. Parte de uma árvore Guarapuvu, que fica no campus do bairro Trindade, caiu ao lado de carros que estavam estacionados. A espécie é considerada um símbolo da Capital. Segundo a assessoria da instituição, o campus também registrou queda de telhado.
Na praia da Caieiras do Sul, na Ilha de SC, bombeiros foram acionados para realizar o resgate de uma embarcação que, aparentemente, estava à deriva. Segundo o Corpo de Bombeiros a informação é de que havia quatro pessoas. O resgate, entretanto, não chegou a ocorrer, já que a embarcação conseguiu retornar.
No Sul do Estado, que já registrou temporal mais cedo, os ventos chegaram a 83 quilômetros por hora em Imbituba. A Defesa Civil de Santa Catarina ainda está averiguando os estragos no Estado.
Para a Defesa Civil de Florianópolis, apesar dos estragos causados pelo vendaval, o evento é considerado de baixo impacto e corriqueiro para a época do ano - primavera. A assessoria de imprensa afirmou que a tempestade já estava prevista pelo monitoramento da entidade, inclusive, com alertas à população.
Ainda segundo o órgão, destelhamentos ocorreram em duas comunidades escolares, uma no Ribeirão da Ilha e outra na área central, várias casas foram danificadas e houve registro de quedas de árvores em diversas regiões. O evento climático, entretanto, se dissipou rapidamente.






