Workshops tiveram lotação máxima de público no 18º Fórum Empresarial

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São Lourenço do Oeste | 15/10/2014 | 10:15

Informações e foto: Acislo

Com um formato diferente, durante toda a terça-feira (14), dezenas de pessoas passaram pelo 18º Fórum Empresarial promovido pela Associação Empresarial de São Lourenço do Oeste (Acislo). Com palestras, workshops e até mesmo um painel debatendo política e Copa do Mundo, o fórum se mostrou versátil e dinâmico, atingindo realmente a necessidade de conhecimento de cada participante.

O presidente da Acislo, Jandir Bortoluzzi, diz que o evento se efetiva como um sucesso, “e, diga-se, que o conhecimento que se adquire na troca de experiência ele toma uma valor muito grande. Foi tudo muito positivo para Acislo”. Bortoluzzi ainda diz que percebeu a preocupação dos palestrantes em passar conhecimento, em deixar a mensagem certa e contar sua experiência de vida, que servirá de apoio aos empresários. Numa avaliação geral, o presidente da Acislo apenas lamenta a baixa participação do poder público no evento.

Nord Eletric

Com uma empresa instalada em Chapecó, mas que serve de referência em todo o país, e até mesmo fora dele, Nelson Akimoto apresentou sua história de sucesso num dos workshops. Ele passou alguns vídeos motivacionais, falou da vinda da família ao Brasil e de como tudo começou.

Engenheiro elétrico, tem sua empresa consolidada a 22 anos, mas muito antes disso trabalhou como funcionário em outros locais. Para ele, “por onde a gente passar é preciso fazer um bom trabalho, deixando o lugar melhor do que quando chegamos.”

Sobre como ter sucesso na vida profissional, ele destacou o crescimento com parcerias, nunca estar sozinho. Além disso, ele falou sobre a estrutura sustentável que sua empresa oferece, onde tudo é reaproveitado, desde a luz do sol até a água da chuva, por exemplo.

Maurício Schneider

A primeira palestra da noite teve como tema “Empreendemia”, com Maurício Schneider. “Basicamente quer dizer empreender com epidemia, porque a ideia hoje é que temos um grande desafio pela frente”. Para o palestrante, com o tempo as pessoas vão contribuir menos, pois há um inchaço da máquina pública. “Numa palestra como esta, com estudantes e empresários, todos respondem que querem fazer concurso público”.

Ele ainda comentou que o Brasil tem uma das maiores taxas de mortalidade do mundo porque as pessoas não sabem administrar. “É preciso saber gerar uma equipe, as pessoas não sabem fazer isso. O Empreendemia quis passar isso, o saber empreender”.